Postagens

Versículo da semana:

VERSÍCULO DA SEMANA:
"E por que me chamais: Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu vos digo?" (Lucas 6:46)


Frase do momento

Frase do momento:

"Não é minha intenção atacar o denominacionalismo do cristianismo como errôneo. Eu somente quero dizer que para que o corpo de Cristo encontre uma efetiva expressão local, a base de comunhão deve ser verdadeira. E esta base é a relação de vida dos membros com o Seu Senhor e a sua desejosa submissão a Ele como o Cabeça. Tampouco estou pleiteando por aqueles que irão fazer uma seita carnal daquilo que poderia chamar de 'localismo', isto é, a estrita demarcação de igrejas por localidades. Porque tal pode ocorrer facilmente. Se o que estivermos fazendo hoje em vida se tornar amanhã um mero método, tal que seu próprio caráter alguns dos Seus forem excluídos, possa o Senhor ter misericórdia de nós e quebrar tudo!" (A Vida Normal da Igreja Cristã, capítulo 4. Grifo nosso)

23 de mar de 2012

MEU REINO NÃO É DESSE MUNDO - PARTE 1


O espírito do mundo que visa aprisionar e escravizar a humanidade
"Jesus respondeu: - O meu Reino não é deste mundo! Se o meu Reino fosse deste mundo, os meus seguidores lutariam para não deixar que eu fosse entregue aos líderes judeus. Mas o fato é que o meu Reino não é deste mundo!" (João 18:36)
"Não foi o espírito deste mundo que nós recebemos, mas o Espírito mandado por Deus, para que possamos entender tudo o que Deus nos tem dado." (1Co 2:12)
 

Árvore do Dinheiro
Muitos dizem não ter nada demais o comércio entre os que professam uma fé, seja ela por meio da instituição religiosa que for. Contudo, não é necessário nos aprofundarmos muito para ver com clareza o significado disso.
Atualmente então, nem é preciso se esforçar para ver os danos causados na igreja.
Podemos perceber que a fonte que mais gera conflitos nas organizações religiosas, é a questão financeira. Também é notório que um dos aspectos fundamentais para o desvio que conduziu a igreja ao modelo atual está relacionado à questão do poder por meio das riquezas econômicas.
As lutas internas e externas que chamaram atenção dos líderes religiosos sempre se voltaram para o aumento dos consumidores de seus produtos. E quando isso ocorre, há reuniões específicas de seus líderes para que haja uma reação e o fluxo financeiro volte ao normal. 
No tempo do domínio católico, além do que era exigido dos fiéis, havia o comércio camuflado pela indulgência, e outras negociatas registradas pelo próprio Vaticano, que não convém citar agora.
Sem detalhar demais, deixando a critério para pesquisa de quem se interessar pelo assunto, queremos antes, apresentar um grave distúrbio entre os que professam sua fé em Jesus Cristo e praticam o comércio
visando lucros para manutenção de indivíduos em seus cargos hierárquicos, cada vez mais elevados e sustentando estruturas cada vez mais caras, formando patrimônios valiosíssimos com o dinheiro arrecadado em nome de Jesus e com produtos desenvolvidos a partir de interpretações das Escrituras Sagradas e promovendo eventos, shows que geram montanhas de dinheiro.
É bom lembrar que não só Deus mantém os registros desses atos, mas a história também. E é facilmente reconhecido o método aplicado em cada caso para convencer e induzir uma pessoa a fazer parte de uma organização. A esses métodos, são aplicados os mesmos princípios do marketing e da propaganda. Desde a queda de Adão, o mesmo princípio permanece. Conforme está escrito no livro de Gênesis; O Senhor Deus apresenta uma ordem primordial a Adão, e lhe adverte que não se alimente de uma fonte específica, a árvore do conhecimento do bem e do mal, que inclusive, também está no jardim de Deus. Mas, Satanás, em forma de serpente, aproxima-se de Eva e a seduz. É preciso prestar muita atenção nesse texto bíblico para compreendermos esses princípios. 
Leia atentamente e observe nesse texto a posição das árvores:
... Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente. E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, na direção do Oriente, e pôs nele o homem que havia formado. Do solo fez o SENHOR Deus brotar toda sorte de árvores agradáveis à vista e boas para alimento; e também a árvore da vida no meio do jardim e a árvore do conhecimento do bem e do mal.” (Gn 2:7-9)
A posição da árvore da vida é bem definida: no meio do jardim – não há como haver duas árvores ocupando o mesmo espaço, o mesmo lugar. Só havia uma árvore no meio do Jardim. Só há um meio do jardim, não há dois “meio” um meio aqui e outro um pouquinho mais pra cá. Se o lugar definido é o meio, tal lugar é específico. Logo a árvore que está no meio do Jardim é a árvore da vida. As outras também estão no jardim, em qualquer lugar, até mesmo bem próximas do meio do jardim. Contudo, a que está no meio do jardim é a árvore da vida.
Continuando a ordem das coisas, o Senhor agora dará uma incumbência e fará uma advertência muito importante para Adão:
“...Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. E o SENHOR Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente,
mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” (Gn 2:15-17)
A advertência está direcionada a árvore do conhecimento do bem e do mal. Não sabemos onde essa árvore se encontra, mas sabemos onde ela não está. Segundo o texto anterior, ela não pode estar no meio do jardim, porque no meio do jardim há outra árvore, como lemos anteriormente, a árvore da vida.
E agora preste muita atenção ao próximo texto, pois nele será apresentado o princípio base de todos os desvios que ocorrem até o dia de hoje na casa de Deus, quanto ao plano original de toda a criação segundo a ordem e a advertência apresentadas pelo próprio Deus:
“... Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o SENHOR Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim Respondeu-lhe a mulher: Do fruto das árvores do jardim podemos comer, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais.” (Gn 3:1-3) – Qual é mesmo a árvore que está no meio do jardim? Se necessário volte e leia os versículos acima outra vez. O que realmente importa é que essa questão fique bem clara, pois ela irá se repetir por várias vezes até os nossos dias.
O Espírito de Deus revela algo e orienta quanto à maneira que deve ser executado o que foi revelado. Também dá advertência quanto a outras possibilidades que estão próximas e podem até parecer algo bom para conclusão do plano do Senhor; mas, o dano causado aos que seguem tal fonte é a morte; o desligamento da fonte e da prática original desenvolvida, apresentada e orientada pelo próprio Senhor e a seguir, uma alteração nos sentidos e na consciência de quem se deixou levar pelo triste engano de que tal coisa não é nada demais.

Continuaremos na próxima publicação...
Equipe Antipas

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe seu comentário:

Facebook