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Versículo da semana:

VERSÍCULO DA SEMANA:
"E por que me chamais: Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu vos digo?" (Lucas 6:46)


Frase do momento

Frase do momento:

"Não é minha intenção atacar o denominacionalismo do cristianismo como errôneo. Eu somente quero dizer que para que o corpo de Cristo encontre uma efetiva expressão local, a base de comunhão deve ser verdadeira. E esta base é a relação de vida dos membros com o Seu Senhor e a sua desejosa submissão a Ele como o Cabeça. Tampouco estou pleiteando por aqueles que irão fazer uma seita carnal daquilo que poderia chamar de 'localismo', isto é, a estrita demarcação de igrejas por localidades. Porque tal pode ocorrer facilmente. Se o que estivermos fazendo hoje em vida se tornar amanhã um mero método, tal que seu próprio caráter alguns dos Seus forem excluídos, possa o Senhor ter misericórdia de nós e quebrar tudo!" (A Vida Normal da Igreja Cristã, capítulo 4. Grifo nosso)

1 de out de 2011

Apocalipse: Visão ampliada pelo Corpo de Cristo

Podíamos achar que sabíamos tudo sobre este fantástico e surpeendente livro através dos Estudo-Vida ou outro livros da chamada "restauração do Senhor". Podíamos acreditar que nada mais seria revelado fora da chamada "restauração do Senhor", fora do "mover da era" ou fora da "única publicação", fora do círculo fechado de W. Nee, W. Lee e D.Y. Lan. Como estávamos enganados! Hoje, libertos do sistema, podemos desfrutar de forma abrangente as revelações que o Senhor dispensa ao Seu povo.  Dessa forma, não apenas Apocalipse, mas toda a Bíblia está sendo cada vez mais aberta e revelada à igreja através de Seus santos apóstolos, profetas, mestres. Sim, há muita vida, palavra e revelação sendo dispensada pelo Senhor a todos os filhos que Ele escolhe e capacita. Deus não está limitado à uma determinada revelação, grupo, editora, projeto, mover ou era, Ele é infinitamente mais do que tudo isso!  Quando alargamos as portas do nosso...

coração, passamos a desfrutar cada vez mais da multiforme e exuberante riqueza que o Senhor dispensa ao Seu Corpo! Usando nosso discernimento espiritual, em Cristo Jesus, retemos aquilo que é bom! Aleluia!
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RASCUNHO DO ESBOÇO:
OBRA CRISTÃ – A MATURIDADE
a beautiful picture of Patmos
LIVRO DE APOCALIPSE
Conferência
Livros   da    Bíblia
Ir. Christian Chen
São Paulo, dez. 2006

S U M Á R I O
Mapa Sete Igrejas e Patmos             03
CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO              04
Seção I   Estrutura do livro de Apocalipse          04
Seção II   Esboço do livro de Apocalipse         06
Gráfico    Escolas de Interpretação do Livro de Apocalipse      09
Seção III   Analise historicista do livro de Apocalipse        10
Seção IV   “Nuvem” - Revelação de Jesus Cristo        18
Seção  V   Profecias Bíblicas por se cumprirem.        19
Seção VI   Bibliografia sobre o livro de Apocalipse        20

CAPÍTULO 2 – APOCALIPSE 13            24
Figuras
O número 153               24
O número 666               24
A besta que surge do mar                25
A estatua  de Daniel 2              26
As quatro bestas                27
A História do Tekhelet - O Azul Bíblico 30

CAPÍTULO 3 – APOCALIPSE 17 e 18          32
Seção I - Pontífice Máximo (Pontifex Maximus)          32
Seção II - Babilônia, a Cidade             33
Figura – A Cidade das 7 colinas              36

CAPÍTULO 4 – ARREBATAMENTO E REINO         37
O Reino de Deus                  37
Arrebatamento e Reino                38 34

CAPITULO 1 – INTRODUÇÃO
SEÇÃO I - Estrutura do Livro de Apocalipse
Sete Séries de Sete
1ª Série de Sete (Sete Igrejas)
1. Éfeso  2:1-7
2. Esmirna  2:8-11
3. Pérgamo  2:12-17
4.Tiatira 2:18-29
5.Sardes 3:1-6
6.Filadélfia 3:7-13
7.Laodicéia 3:14-22

2ª Série de Sete (Sete Selos)
1.O cavalo branco  6:1-2
2.O cavalo vermelho  6:3-4
3.O cavalo preto  6:5-6
4.O cavalo amarelo  6:7-8
5.As almas debaixo do altar  6:9-11
6.O terremoto  6:12-17
7.O sétimo selo parece englobar toda a terceira série de sete

3ª Série de Sete (Sete Trombetas)
1.A Terra é incendiada  8:7
2.O mar é transformado em sangue  8:8-9
3.Os rios e as fontes de água tornam-se amargosos 8:10-11
4.Os corpos celestiais escurecem  8:12-13
5.Os gafanhotos  9:1-12
6.Os cavaleiros  9:13-11:14
7.A sétima trombeta parece englobar toda a quarta série de sete.

4ª Série de Sete (Sete Sinais)
1.A mulher com a criança  12:1-2
2.O dragão  12:3-6
3.A besta que emerge do mar  13:1-10
4.A besta que emerge da terra  13:11-18
5.O Cordeiro e os vencedores
6.Os sete anjos e “um semelhante a filho do homem” 14:6-20
7.O sétimo sinal parece englobar toda a quinta série de sete. 5

5ª Série de Sete (Sete Taças)
1. Sobre a Terra  16:2
2.Sobre o mar  16:3
3.Sobre as águas  16:4-7
4.Sobre o Sol  16:8-9
5.Sobre o trono da besta  16:10-11
6.Sobre o rio Eufrates  16:12-16
7.Além do terremoto global, a sétima taça parece incluir toda a sexta série de sete

6ª Série de Sete (Sete Julgamentos sobre a Babilônia)
1.A descrição da Babilônia  17:1-6
2.A explicação da Babilônia  17:7-18
3.A queda da Babilônia  18:1-8
4.O lamento pela Babilônia  18:9-20
5.A ruína final da Babilônia  18:21-24
6.A exultação devido sua queda  19:1-5
7.A  sétima condenação parece englobar toda a sétima série de sete

7ª Série de Sete (Sete Cenas Finais)
1.O cavaleiro do cavalo branco  19:11-16
2.A ceia de Deus  19:17-18
3.A prisão das duas bestas  19:19-21
4.O anjo do abismo  20:1-3
5.A primeira ressurreição  20:4-10
6.A cena do julgamento  20:11-15
7.A nova Jerusalém  21:1-22:5
1 2 3 4 5 6 7 Igrejas
=================================
1 2 3 4 5 6 7  Selos
                 1 2 3 4 5 6 7  Trombetas
                                   1 2 3 4 5 6 7   Sinais (Visões)
                                                     1 2 3 4 5 6 7  Taças
                                                                       1 2 3 4 5 6 7  Condenações
                                                                                         1 2 3 4 5 6 7 Cenas 6

SEÇÃO II - Esboço do Livro de Apocalipse
Sete Séries de Sete
I O Chamamento e a Promessa ao Vencedor
1 2 3 4 5 6 7 Igrejas
II O Segredo e o Resultado Final da Vitória
1 2 3 4 5 6 7 Selos
  1 2 3 4 5 6 7 Trombetas
  1 2 3 4 5 6 7 Sinais
  1 2 3 4 5 6 7 Taças
  1 2 3 4 5 6 7 Julgamentos
  1 2 3 4 5 6 7 Cenas
===============================================================
I - O Chamamento e a Promessa ao Vencedor
  — O Caminho de Restauração de Deus
A 1ª Série de Sete - Sete Igrejas
  — A Igreja e os Vencedores —
1. Éfeso     2: 1 - 7
2. Esmirna   2: 8 - 11
3. Pérgamo  2: 12 - 17
4. Tiatira    2: 18 - 29
5. Sardes    3: 1 - 6
6. Filadélfia  3: 7 - 13
7. Laodicéia  3: 14 - 22
II - O Segredo e o Resultado Final da Vitória
  — União com o Cordeiro

A 2ª Série de Sete - Sete Selos
A Vitória do Cordeiro: Vencendo o Pecado
1. O cavalo branco    6: 1 - 2
2. O cavalo vermelho    6: 3 - 4
3. O cavalo preto    6: 5 - 6
4. O cavalo amarelo    6: 7 - 8
5. As almas debaixo do altar 6: 9 - 11
6. O terremoto     6: 12 - 17
7. O sétimo selo parece englobar toda a terceira série de sete. 7

A 3ª Série de Sete - Sete Trombetas
— A Ira do Cordeiro
1.A Terra é incendiada         8:7
2. O mar é transformado em sangue      8: 8 - 9
3. Os rios e as fontes de água tornam-se amargosos  8: 10 - 11
4. Os corpos celestiais escurecem      8: 12 - 13
5. Os gafanhotos           9: 1 - 12
6. Os cavaleiros           9: 13 - 21
7. A sétima trombeta parece englobar toda a quarta série de sete.

A 4ª Série de Sete - Sete Sinais
— A Vitória do Cordeiro e daqueles que O acompanham
1. A mulher vestida do sol e da lua com o filho varão  12: 1-2
2. O dragão            12: 3-6
3. A besta que surge do mar       13: 1-10
4. A besta que surge da terra        13: 11-18
5. O Cordeiro e os vencedores       14: 1-5
6. A colheita da seara madura      14: 6-20
7. O sétimo sinal parece englobar toda a quinta série de sete.

A 5ª Série de Sete - Sete Taças
— A Vitória do Cordeiro: Vencendo a Trindade do Diabo
1. Sobre a Terra    16: 2
2. Sobre o mar    16: 3
3. Sobre as águas    16: 4-7
4. Sobre o Sol    16: 8-9
5. Sobre o trono da besta  16: 10-11
6. Sobre o rio Eufrates  16:12-16
7. Além do terremoto global, a sétima taça parece incluir toda a sexta série de sete.

A 6ª Série de Sete - Sete Julgamentos sobre a Babilônia
— A Vitória do Cordeiro: Vencendo o Mundo
1. Babilônia, a grande: um mistério    17: 1 - 6
2. O julgamento da grande meretriz   17: 7 - 18
3. A queda da Babilônia      18: 1 - 8
4. O lamento sobre a Babilônia    18: 9 - 20
5. O ruína final da Babilônia      18: 21 – 24 8
6. A exultação sobre a queda da Babilônia  19: 1 - 5
7. O sétimo julgamento parece incluir toda a sétima série de sete.

A 7ª Série de Sete - Sete Cenas Finais
— A União Final do Cordeiro com Aqueles que O Acompanham
1. O cavaleiro no cavalo branco    19: 11 - 16
2. A prisão das duas bestas      19: 17 - 21
3. O dragão é acorrentado      20: 1 - 3
4.O Reino Milenar        20: 4 - 6
5. A última rebelião       20: 7 - 10
6.O Grande Trono Branco      20: 11 - 15
7. A nova Jerusalém        21: 1 - 22: 5 9
Escolas de Interpretação do Livro de Apocalipse 10

SEÇÃO III – ANÁLISE HISTORICISTA DO LIVRO DE APOCALIPSE
PARTE I
INTRODUÇÃO GERAL, capítulo 1.
I. O título e a estrutura do livro,        1: 1—3.
II. Palavras endereçadas as sete igrejas da Ásia,    1: 4—8.
III. Visão do Redentor,        1:9—18.
IV. Ordem para escrever as sete igrejas,     1: 19,20.

PARTE II
CARTAS AS SETE IGREJAS DA ÁSIA,  capítulos 2 e 3.
I.   Carta a igreja em Éfeso    2: 1—7.
II.   Carta a igreja em Esmirna    2: 8—11.
III.   Carta a igreja em Pérgamo    2:12—17.
IV.   Carta a igreja em Tiatira    2: 18—29.
V.   Carta a igreja em Sardes    3: 1—6.
VI.   Carta a igreja em Filadélfia    3: 7—l3.
VII.   Carta a igreja em Laodicéia    3: 14—22.

PARTE III
VISÃO PREPARATÓRIA, capítulo 4.
I . A cena no céu,           4:. 1, 2.
II. A visão de Deus, dos anciãos e dos seres viventes, 4:3-8.
III. Adoração a Deus,          4: 9- 11. 11

PARTE IV
RELAÇÕES EXTERNAS DA IGREJA—RELAÇÃO COM QUESTÕES SECULARES
– MUDANÇAS POLÍTICAS, REVOLUÇÕES E SUAS IMPLICAÇÕES NA IGREJA,
capítulo 5—11: 1—18.
I. O  livro  selado,  contendo  o  registro  desses  eventos,  na  mão  daquele  que  estava
assentado  no  trono.  Somente  o Cordeiro  de  Deus  poderia  abrir  o  livro.  Júbilo  no  céu
porque foi achado um que era digno de abrir os selos,  capítulo 5.
II. Abertura dos selos
1. Abertura do primeiro selo,  6: 1, 2.
O cavalo branco — paz, prosperidade, e triunfo: cumprido no Império Romano desde a
morte do imperador Domiciano (ano 96 d.C.) até a ascensão do imperador Cômodo, (ano
180 d.C.)
2. Abertura do segundo selo,  6: 3, 4.
O cavalo vermelho — derramamento de sangue, discórdia, guerra civil: cumprido no
Império Romano a partir da morte do imperador Cômodo (ano 193 d.C.)
3. Abertura do terceiro selo,  6: 5, 6.
O cavalo preto — calamidades, distress, necessidades, problemas: cumprido no Império
Romano  quando  houve  escassez  de  alimento;  cobrança  excessiva  de  impostos;  ordem
especial  para  não  destruir  os  olivais  e  vinhedos;  as  fontes  de  revenue,  in  the  tune  of
Caracalla, (a partir do ano 211 d.C.)
4. Abertura do quarto selo,  6: 7, 8.
O  cavalo  amarelo — O  reino  da morte,  em  forma  de  fome,  pestilência,  enfermidades:
cumprido  no  Império  Romano  quando  houve  derramamento  de  sangue,  fome  e
pestilência na época de Gálio, Aemilianus, Valerian, e Gallianus, (243 a 268 d.C.).
5. Abertura do quinto selo,  6: 9—11.
Os  mártires  —  cumprido  nas  perseguições  realizadas  no  Império  Romano,
particularmente  na  época  do  imperador  Diocleciano  (284  a  304  d.C.):  o  último  dos
esforços do mundo pagão para eliminar o nome cristão.
6. Abertura do sexto selo,  6: 12—17.
Consternação e alarme como  se o mundo  fosse chegar ao  fim — cumprido no  Império
Romano  nas  invasões  dos  godos,  nas  circunvizinhanças  do  Danúbio,  quando
pressionados pelos hunos, o que causou alarme e consternação de proporções universais
(a partir do ano 365 d.C.).
Visão intermediária entre a abertura dos sexto e sétimo selos. Uma visão da perseguição
da igreja, e a glória dos santos no céu — com o objetivo de dar-lhe condição mental para
suportar  uma  situação  de  tanta  tristeza  e  pesar,  e  para  assegurar  que  inumeráveis
multidões de homens serão levados à glória. Capítulo 7— 12
(a) A iminente tempestade de ira com conotação de uma ameaça de destruição universal é
suspensa a fim de selar os servos de Deus,  7: 1—3.
(b) Os servos de Deus são selados  — indicando a preservação da igreja nessa época de
perigo,  e  as  influencias  que  determinariam  e  salvariam  o  verdadeiro  povo  de Deus  no
tempo por vir, 7: 4 - 8.
(c)  Visão  de  uma  imensa  multidão  diante  do  trono,  reunida  dentre  todos  os  povos  e
nações, 7: 9—12.
(d)  Visão  dos  mártires  que  seriam  salvos:  visão  designada  para  dar  conforto  nas
tribulações que viriam sobre o povo de Deus neste mundo,  7:13, 14.
(e) Visão de  jubilo no  céu — onde  todo  sofrimento  terá  fim  e  todas as  lágrimas  serão
secadas, 7: 15—17.
7. Abertura do sétimo selo,  8—11. 1-18.
Sete trombetas dadas para sete anjos tocarem e os arranjos preparatórios para tocarem as
trombetas, 8: 1—6.
Duas  séries  de  eventos  referindo-se  ao  Ocidente  e  ao  Oriente  na  queda  do  Império
Romano:
A. O OCIDENTE — queda do Império Ocidental —quatro trombetas.
(a) O soar da primeira trombeta,  8:7.
  Invasão do Império Romano por Alarico, rei dos visigodos, 395 a 410 d.C.
(b) O soar da segunda trombeta,  8: 8, 9.
  A invasão do Império Romano por Genseric, rei dos vândalos, 428 a 468 d.C.
(c) O soar da terceira trombeta, 8:10, 11.
  Invasão do Império Romano por Átila, o rei dos hunos, açoite de Deus, 433 a 453 d.C.
(d) O soar da quarta trombeta, 8: 12,13.
 A conquista final de Roma e do Império Ocidental por Odoacer, rei dos Heruli, 476 a
490.
B. O ORIENTE — queda do Império Oriental — duas trombetas,  9.
(e) O soar da quinta trombeta,  9: 1—12.
  The Mohammedans, or Saracens.
(f) O soar da sexta trombeta,  9: 13—19.
  O poder turco.
  Intervalo entre a queda do Império Oriental e o soar da sétima trombeta,  9:20 — 11:13
(a) O resultado desses julgamentos,  9: 20, 21.
  Não produz  qualquer mudança na  condição moral do mundo:  cumprido  na  época  do
mundo Papal, após a conquista da cidade de Constantinopla e antes da Reforma.
(b)  vê-se  um  anjo  descendo  do  céu  com  emblemas  de  majestade,  júbilo  e  paz,  10:
cumprido na Reforma.
1.   O  anjo  com  um  arco-íris  por  cima  de  sua  cabeça  e  rosto  como  o  sol,  um  símbolo
adequado da Reforma como uma obra de paz acompanhada de luz e conhecimento, 10:1 13
2.  Um livro aberto na mão do anjo, um símbolo do principal agente na Reforma — um livro — a Bíblia, 10: 2.
3. O brado do anjo em grande voz — símbolo da Reforma de tomar a atenção das nações,10:3.
4.  Os  sete  trovoes —  os  anátemas  do  papado  romano —  os  trovoes  da  cidade  de  7 colinas, 10:3.
5. O propósito de João registrar o que os sete trovões falaram, e a ordem para não fazê-lo: o erro que os Reformistas estavam na iminência de cometer, considerando a doutrina do papado como a verdade de Deus,  10: 4.
6. O  juramento  solene do anjo que o  tempo predito não ocorreria agora, mas quando o sétimo anjo tocasse a trombeta, 10: 5—7: cumprido nas predições dos reformadores que o mundo estava prestes a chegar ao  fim e o Reino de Cristo estava prestes a começar e a reafirmação do anjo que  isso não ocorreria em  seguida, mas deveria passar um  longo e importante intervalo.
7. A ordem dada a João para ir e tomar o livro da mão do anjo, 10:8: cumprido na entrega da Bíblia novamente para a igreja.
8. A ordem para comer o  livro e as conseqüências disso — doce na boca e amargo no estômago,  10:  9,10:  o  efeito  da  Palavra  de  Deus  pura  na  alma  indicado  por  um;  as conseqüências amargas, em perseguição e oposição, que resultariam da tentativa de tornar a verdade conhecida ao mundo, indicado pelo outro.
9.   A  reafirmação assegurando que ele ainda deveria profetizar diante de muitos povos, nações  e  línguas  e  reis,  10:10:  cumprido  na  restauração  da  pregação  na  igreja, fundamentada  na  Bíblia,  e  na  influencia  imediata  e  ultimate  da  Bíblia  ao  tornar  o Evangelho conhecido para o mundo.
(c) A medição  da cidade  santa, 11:1, 2:  a determinação  do que  constituía  a  verdadeira igreja na época da Reforma.
(d) As duas  testemunhas, 11:3—13. Aqueles que deram  testemunho  fiel da verdade em meio a todas as corrupções da igreja; suas provações e sua vitória: cumprido na sucessão de cristãos verdadeiros e fiéis, levantados de tempos em tempos por Deus para testificar a respeito da verdade. Eles seriam perseguidos e muitos deles levados a morte; parece que seriam finalmente silenciados e seriam tratados com grande indignidade, pelo fato de seus corpos mortos não serem enterrados; no entanto eles voltariam a vida novamente — istoé,  na  época  da  Reforma,  eles  ressuscitariam  e  testificariam  contra  as  corrupções  do Papado, e triunfariam quando ascendessem ao céu de forma visível e gloriosa.
O soar da sétima trombeta. O triunfo final da igreja e o estabelecimento do reino de Deus na derrota de todos os seus inimigos, 11: 14—18. Isso finaliza a primeira série de visões; e expressa em  termos gerais o que é colocado em maiores detalhes na próxima série de visões, parte V., abrangendo mais especificamente a ascensão e progresso do Anticristo.

PARTE  V
A  IGREJA  INTERNAMENTE —  A  ASCENSAO  DO  ANTICRISTO  E  O  EFEITO
DESSE TERRIVEL PODER NA HISTORIA INTERNA DA IGREJA, ATE O TEMPO
DE  DESTITUICAO  DESSE  GRANDE  PODER,  E  O  ESTABELECIMENTO
TRIUNFANTE DO REINO DE DEUS, 11: 19; 12 — 20.
I. Introdução geral a essa série de visões, 11: 19; 12.
1. Uma nova visão do templo de Deus aberto no céu,  11:19.
2. Uma representação da igreja, sob a figura de uma linda mulher, 12:1.
3. O  aspecto  específico  a  ser  desinado  particularmente  pela  representação —  a  igreja pronta a crescer e encher o mundo,  12:2.
4.  A  hostilidade  mortal  de  Satanás  contra  a  igreja,  e  seu  propósito  de  destruí-la, representado pelo grande dragão vermelho esperando para destruir o filho varão, 12:3, 4.
5. A derradeira segurança da igreja, representado pela criança levada para o céu,  12:5.
6. O fato de que a  igreja passaria um  longo e obscuro período escondida—representado pela mulher fugindo para o deserto, 12:6.
7. Uma  cena  representando  o  grande  embate  existente  no Universo  acerca  da  igreja representado pelo  conflito  no  céu  entre Miguel,  o  protetor  da  igreja,com  seus  anjos,  e Satanás, o grande inimigo da igreja, com seus anjos, 12:7.
8. A última remoção de Satanás de sua posição, representado por sua derrota e expulsão do céu,  12. 8, 9.
9. Um canto de vitória por causa desse triunfo,  12. 10, 11.
10. O fato de Satanás ser permitido, por um período limitado de tempo, perseguir a igreja, 12. 12, 13.
11. A igreja no deserto,  12. 14—17:
(a) A  igreja  seria  levada  a obscuridade—como uma mulher  fugindo para um deserto representando a condição da igreja enquanto o Papado teria proeminência, vs. 14.
(b) A  igreja ainda  seria preservada, apesar  de estar em obscuridade—representado pela mulher ser alimentada por meio de um poder invisível, vs. 14.
(c)  Satanás  ainda  exerce  sua  fúria  contra  a  igreja—representado  pela  “água  como  um rio”, que o dragão (serpente) arroja contra a mulher a fim de arrebatá-la, vs. 15.
(d) A  igreja  seria  protegida,  como  se  a  terra  abrisse  sua  boca  para  engolir  a  água representando as  interposições de uma esfera  inesperada  a  fim de  livrar a  igreja desses perigos, vs. 16.
(e) A ira de Satanás contra o remanescente — representando as tentativas do Papado em livrar-se de pessoas individualmente, quando uma perseguição geral e aberta não mais estivesse em voga, v. 17.
II.  As duas bestas, representando o grande poder de perseguição na igreja, capítulo 13.
1. A primeira besta, representando o poder romano civil ou o poder secular que sustentou o papado em sua história de perseguição, capítulo 13: 1-10.
2. A segunda besta, representando o poder eclesiástico papal — dando vida ao anterior e perpetuando sua influencia na Terra, 13: 11-18.

III. Uma representação – por meio de uma sucessão de símbolos – destinada a alegrar e  sustentar  a  igreja  em  suas  tribulações  presentes  e  futuras,  com  a  segurança  de  seu triunfo final, e a derradeira destruição de todos os seus inimigos, capítulo 14.
1. A visão do redimido no céu, triunfante e cheio de júbilo. vs, 1—5.
2. A derradeira pregação do Evangelho em todo o mundo,vs. 6, 7.
3. A queda da Babilônia, o grande poder do Anticristo, vs. 8.
4. A derrota final de todos os que sustêm o poder do Anticristo, vs. 9—12.
5. A condição abençoada daqueles que morrem no Senhor em qualquer época, tanto em tempo de perseguição ou em tempo de paz, vs. 13.
6. A consumação de todas as coisas — a vitória  triunfo da igreja, e a derrota dos ímpios, vs. 14—20:—
(a) A grande colheita do mundo realizada pelo Filho de Deus — a reunião dos justos, vs. 14—16.
(b) A derrota final e destruição dos ímpios, vs. 17—20.
IV. Preparação para o julgamento final da besta e de sua imagem, capítulo 15.
1. Um novo sinal surge no céu, aparecem sete anjos com os sete flagelos a fim de
consumar ou completar a ira de Deus, vs. 1
2. Aqueles que em tempos passados sofreram perseguição pelo poder representado pela besta, mas mantiveram-se firmes em sua fé em meio a provações e tentações agora parecem celebrar com um cântico de vitória em vista da queda futura do grande inimigo, vs. 2—4.
3. Preparação para executar a ira de Deus. O templo é aberto no céu, saem sete anjos tendo os sete últimos flagelos, um dos quatro seres viventes lhes ordena que vão e executem o propósito divino, dando-lhes sete taças de ouro cheias da cólera de Deus; o templo é cheio da fumaça, evitando qualquer acesso ao trono de misericórdia e indicando que o propósito divino era inexorável, vs, 5—8.
V – A execução do propósito,  capítulo 16.
1. A  primeira  taça,  vs.  1,  2.  O  primeiro  golpe  atingiu  o  sistema  papal  na Revolução Francesa.
2. A segunda taça, ver. 3. As cenas de sangue e carnificina nessa Revolução.
3. A terceira taça, vs. 4—7. As calamidades causadas pelas invasões francesas nos países onde ocorreram as perseguições mais sangrentas — o norte da Itália.
4. A quarta taça, vs. 8, 9. A derrubada dos governos que sustentavam o poder papal nas guerras que seguiram à Revolução Francesa.
5. A quinta taça, vs. 10, 11. O ataque direto ao poder papal; a captura do próprio Papa e a subjugação inteira e temporária de alguns pelas armas francesas.
6. A sexta taça, vs. 12—16. A queda do poder turco a rápida expansão do Evangelho no Oriente; a  reagimentação das  forças do Paganismo, Mohamedanismo, e Romanismo representado pelos três sapos que saíram da boca do dragão, da besta e do falso profeta: a preparação desses poderes para um grande conflito, e a batalha decisiva entre a  igreja e seus  inimigos,  como  se  a  questão  estivesse  resumida  a  uma  única  batalha  —  no Armagedom.
7. A sétima taça, vs. 17—21. A derrota final e completa do poder papal, representada por uma  terrível  saraivada  de  pedras,  relâmpagos  e  trovoadas,  acompanhados  de  um terremoto.
VI. Uma descrição particular do julgamento deste terrível poder anticristão, em uma nova imagem de uma prostituta (cap 17) em forma de um episódio explanatório.
1. Introdução ao Episódio — a visão da mulher sentada sobre muitas águas, vs. 1—3.
2. Uma descrição particular do poder anticristão sob a forma da imagem de uma mulher abandonada ricamente adornada, vs. 3—6.
3.  Uma  explicação  particular  daquilo  que  representa  a  imagem  da  mulher  vestida  de púrpura e escarlata, vs. 7—18:
(a) O anjo promete explicar o que aquela imagem representa, vs. 7.
(b) Uma representação simbólica da estrutura da visão, vs. 8—14.
(c) Uma afirmação mais literal do significado da visão, vs. 15—18. A imagem refere-se a Roma papal e descreve a forma como foi levantada e o meios para sua destruição final.
VII. A  descrição  do  efeito daquele  julgamento  ao derramar  a  sétima  taça  sobre  aquele terrível poder anticristão,  representado pela  imagem  de  uma  cidade  rica  e  luxuosa;  um outro episódio explanatório,  cap. 18.
1. Uma visão de um anjo vindo do céu, vs. 1—3.
2. Uma  voz  de  alerta  chamando  o  povo  de  Deus  para  que  se  retire  da  Babilônia  em mistério e não participe de seu pecado e destino final, vs. 4—8.
3. Lamentação sobre seu destino:
(a) reis, que viveram em luxuria com ela, vs. 9, 10.
(b) Por mercadores que foram enriquecidos por ela, vs. 11—17.
(c) Por marinheiros que faziam negócios com ela, vs. 17—19.
4. Jubilo por seu trágico destino, vs. 20.
5. O final, destruição da Babilônia em mistério—o poder papal— representado por uma grande pedra de moinho arrojada ao mar pelo anjo, vs. 21—24.
VIII. Mais uma representação episódica dos efeitos resultantes da queda dos poderes que se  opuserem  ao  reino  do  Filho  de  Deus  e  introdução  do milênio,  com  um  relato  da destruição final destes poderes, cap 19.
1. Um hino das hostes celestiais a vista da destruição da Babilônia em mistério, vs. 1—7 :
(a) Uma voz de muitas pessoas no céu, proferindo aleluia em alta voz, vs. 1, 2.
(b) O som ecoa e é repetido à medida que a fumaça ascende, vs. 3.
(c) Os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes unem-se no cântico, vs. 4.
(d) Ouve-se uma vez ordenando-os a louvar a Deus, vs. 5.
{e) Ouve-se o ecoar da voz de poderosa multidão acompanhada por  incontáveis hostes proclamando Aleluia, vs. 6, 7.
2. As bodas do cordeiro como razão para uma alegria ainda maior, vs. 8, 9.
3. João, estupefato com esta cena, se enche de alegria arrebatadora ao perceber o triunfo final da igreja, se prostra diante do anjo para adorá-lo, vs. 10.
4. A conquista final sobre a besta e o falso profeta, vs. 11—21:
(a) A  descrição do vencedor — o Filho de Deus—à medida que  ele vai para o  triunfo final, seguido pelos exércitos dos céus, vs. 11—16. 17
(b)  João vê  um  anjo posto  em  pé no  sol,  clamando  em grande voz  às  aves  do  céu  em grande  voz  convidando-as  para  a  grande  festa  preparada  para  eles  por  ocasião  da destruição dos inimigos de Deus, vs. 17, 18.
(c) A batalha final, vs. 19—21. A besta, os reis da Terra e seus exércitos reúnem-se para a batalha; a besta e o  falso profeta aprisionados e  lançados no  lago de fogo e enxofre; os inimigos  da  igreja  restantes  são  mortos.  O  ultimo  inimigo  da  igreja  sobre  a  terra  é destruído, é preparado o caminho para o triunfo universal.
IX. O período milenar e o julgamento final, cap 20.
1. O aprisionamento de Satanás, vs, 1—3.
2. O milênio, vs. 4—6. Tronos são armados como se preparados para a realização de um julgamento; o espírito dos mártires e  santos é  reavivado como  tendo  sido  ressuscitados dentre os mortos e passam a viver sobre a terra outra vez; Satanás é confinado e a igreja desfruta de uma condição de descanso e prosperidade por um período de mil anos.
3. A liberação de Satanás por um curto espaço de tempo, vs. 7, 8. Ao término dos mil anos  Satanás  é  libertado  para,  livremente,  circular  entre  as  nações  e  despertar  nova hostilidade contra Cristo e a igreja.
4. A derrota final, subjugação e punição de Satanás e suas hostes e o triunfo final da igreja, vs. 9, 10.
5. O julgamento final de toda a humanidade, vs. 11—15. Todos os mortos são ressuscitados; o mar devolve seus mortos; a morte e o hades devolvem os seus mortos, um julgamento solene e justo é pronunciado sobre toda a humanidade e os iníquos são lançados no lago de fogo.
SEÇÃO IV - “Nuvem” - Revelação de Jesus Cristo
Atos 1:9: “foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos.”
Atos 1:11: “Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir.”
Apocalipse 10:1: “Vi outro anjo forte descendo do céu, envolto em nuvem, com o arco-íris por cima de sua cabeça; o rosto era como o sol, e as pernas, como colunas de fogo”.
Apocalipse  14:14:  “Olhei,  e  eis  uma  nuvem  branca,  e  sentado  sobre  a  nuvem  um semelhante a  filho de homem,  tendo na cabeça uma coroa de ouro e na mão uma  foice afiada.
Apocalipse  1:7:  “Eis  que  vem  com  as  nuvens,  e  todo  olho  o  verá,  até  quantos  o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém!”

Depois da Nuvem                                            Antes da Nuvem
Apocalipse de João                                           Evangelho de João
1:1-1:21 Introdução                                          1:1-1:18 Introdução
2:1-3:22 O testemunho da Igreja                      1:19-2:11 O testemunho de Cristo
4:1-5:14 A ascensão da glória de Deus            2:12-4:54 A volta da glória de Deus
6:1-18:24 Batalha espiritual                            5:1-12:50 Batalha espiritual
19:1-19:10 Bodas do Cordeiro                        13:1-17:26 Ceia do Senhor
19:11-22:5 Retorno: Leão de Judá                  18:1-20:31 Retorno: Cordeiro de Deus
22:6-22:21 Conclusão                                      21:1-25 Conclusão

SEÇÃO V - PROFECIAS BÍBLICAS POR SE CUMPRIREM
PROFECIAS                                                                           REFERÊNCIAS
1 O arrebatamento dos santos                                                  Ap 3:5; 1Ts 4:13-18
2 O ressurgimento do quarto império                                      Ap 13:1-2
3 O retorno dos israelitas e a reconstrução do templo             Ez 37:13; Ml 3:1
4 O surgimento do Anticristo e do falso profeta                      Ap 13:3, 11
5 A assinatura do tratado de sete anos                                     Dn 9:27
6 A unificação das religiões                                                     Ap 17:1-15
7 A formação da Aliança do Norte                                          Ez 38-39
8 A tribulação de três anos e meio                                           Dn 7:23; Ap 13:5, 8; 15-17
9 As duas testemunhas [vestidas de
pano de saco] e osmártires                                                       Ap 11:3; 15:2; Ap 13:15
10 7 selos, 7 trombetas e 7 taças                                              Ap 16 - 18:11
A ressurreição dos santos e o Tribunal de Cristo
[possibilidade de santos do AT serem ressuscitados]              1 Ts 4:13-18; Ap 14:14
12 A última guerra: Armagedom                                              Ap 9:13-21; Ap 16:12-16
13 A queda de Babilônia e o terremoto global                        Ap 18; Ap 17:18
14 O retorno de Cristo no Monte das Oliveiras                       Mt 24:27-31; Ap 19:11-21
15 O julgamento das nações                                                    Mt 25:31-46; Jl 3:2
16 A prisão de Satanás por mil anos                                       Ap 20:1-3
17 O princípio do reino milenar                                              Ap 20:5-6
18 O final do milênio e a insurreição global                            Ap 20:7-10
19A ressurreição dos mortos e o
julgamento Diante do grande trono branco                              Ap 20:11-15
20 O início da eternidade: novo céu e
nova Terra; a nova Jerusalém                                                   Ap 21:1-2 20

SECAO VI - BIBLIOGRAFIA SOBRE O LIVRO DE APOCALIPSE
F U T U R I S T A S
Coates, C. A Darby, J. N.
Govett, Robert Lectures on the Apocalypse
Grant, F. W
Jia Yu-Ming  Visão de Patmos
Kaung, Stephen A Revelação de Jesus Cristo
Kelly, William
Lang, G. H.  The Revelation of Jesus Christ
Ladd, G. E.  Commentary on the Revelation of John
Nee, Watchman  Interpretação de Apocalipse
Seiss, J. A.  The Apocalypse
Walvoord, J. F. The Revelation of Jesus Christ
Wong Kwok Hin  Eis que venho sem demora
Archer, Gleason.
Barnhouse,  Donald  Grey.  Revelation:  An  Expository  Commentary  Grand  Rapids:
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Barton, B. B.; Osborne, G. R. Revelation. Life application. Bible  commentary Tyndale
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DeHaan, M. R. (Our Daily Bread. Radio Bible Class).
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Feinberg, Charles.
Garland,  Anthony.  A  Testimony  of  Jesus  Christ  (Online,  free,  conservative  magnum
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Gaebelein, Arno C. The Revelation: An Analysis and Exposition of the Last Book of the
Bible: Loizeaux Brothers, 1915
Geisler, Norman.
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Ironside, H. A. Lectures on the Revelation. Neptune, N.J.: Loizeaux Brothers, 1920
Johnson, Alan. Revelation in the Expositor's Bible Commentary.
Kaiser, Walter
Lindsey, Hal. There’s a New World Coming: A Prophetic Odyssey. Eugene, Ore.: Harvest
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MacArthur, J. Revelation 1-11 and 12-22. Chicago: Moody Press, 1999
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1988.
Morris, Henry M. The Revelation Record: a Scientific and Devotional Commentary on
the Book of Revelation. Tyndale House, 1983
Newell, William  R.  The  Book  of  the  Revelation.  Chicago:Moody  Press,1935  (caráter
devocional)21
Pentecost, J. Dwight.
Phillips, John. Exploring Revelation. Chicago: Moody Press. 1874
Ribeira  (1537-91) erudito  jesuíta,  sustentava  que  quase  todos  os  eventos  são  futuros  e
aplicam-se ao final dos tempos.
Ryrie, Charles Caldwell. Revelation: Chicago, Ill.: Moody Press, 1968
Smith,  J.B.  A  Revelation  of  Jesus  Christ.  Scottdale,  Pa.:  Herald,  1961.  (também
dispensacionalista)
Stedman,  Ray  C.  God’s  Final  Word: Understanding  Revelation.  Grand  Rapids:
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Tenney,  Merrill  C.  Interpreting  Revelation.  Grand  Rapids:Eerdmans,  1957.  (também
dispensacionalista)
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Thomas, Robert L. Revelation 8–22: an Exegetical Commentary. Chicago: Moody, 1995.
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Gill, John. Commentary of the whole Bible.
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Whole Bible: Old Tappan, N.J.: Fleming H. Revell
Knox, John.
Luther, Martin.
Torrey, R. A. The Treasury of Scripture Knowledge. Old Tappan, NJ.: Fleming H. Revell
(pré-milenista historicista)
Spurgeon, C H (classificado como historicista. Lembre-se disso ao ler seus sermões sobre
o livro de Apocalipse)
Wesley, John.
Whitefield, George
I D E A L I S T A S (ESPIRITUAL)
Hendriksen. W. More than conquerors, Grand Rapids: Baker, 1940.
Milligan, William. The Book of Revelation. ExB. Hodder & Stoughton, 1909.22
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1943
Alford, Henry. The Revelation. In: The Greek Testament, revised by Everett R Harrison
(Chicago: Moody Press) 1958.
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NT: Grand Rapids: Eerdmans, 1977 (tbm classificado como preterista e futurista)
Metzger,  Bruce.  Breaking  the  code  understanding  the  book  of  Revelation.  Nashville:
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Swete, Henry Barclay. The Apocalypse of St. John. New York: Macmillan, 1906. 24
CAPÍTULO 2 –  APOCALISE 13
 O número 153
O número 666 25
A besta que surge do mar26
A estatua de Daniel 2 272830
A A H Hi is st tó ór ri ia a d do o
“ “T Te ek kh he el le et t” ” - - O O A Az zu ul l B Bí íb bl li ic co o
Certa  ocasião,  no  século  19,  um  pescador  desejava  impressionar  seus  colegas  de  embarcação.  Ele
mergulhou  nas  águas  do Mediterrâneo,  capturou um  pequeno molusco  em  sua  concha,  saiu  da  água  e
partiu-o, derramando em sua camisa o conteúdo líquido do interior do pequeno animal. Para surpresa dos
demais,  a mancha,  que  era  amarela  inicialmente, mudou de  cor quando  sobre ela  se  projetou  a  luz do
brilhante  sol na  região do Mediterrâneo. Por acaso, eles haviam descoberto o segredo do “Tekhelet”, o
Azul Bíblico.
1 17 75 50 0 A AC C
Creta  (1750 AC)  – As  evidências  arqueológicas  agora  disponíveis  sugerem
que  as  origens  da  indústria  de  produtos  para  tingimento  –  tanto  com  a  cor
púrpura, quanto a azul -, podem ser vinculados à Ilha de Creta.
1 15 50 00 0 A AC C
Tábuas  do  Sítio  Arqueológico  Tel-el-Amarna (1500-1300  AC)  –  A
expressão “subatu sa  takilti” –  referindo-se a uma vestimenta de  tekhelet – é
listada como um dos artigos preciosos enviados ao Egito por Dusratta, Rei de
Mittani, como dote para o príncipe egípcio que se casaria com sua filha.
Êxodo (1312 AC) – Os judeus saem do Egito.
1 13 30 00 0 A AC C
Josué (1272 AC) – Conquista de Canaã.
1 12 20 00 0 A AC C
Potes Cerâmicos do Sítio Arqueológico Tel Shikmona (cerca de 1200 AC) –
Análise química  revela que, do ponto de vista molecular, vestigios da  tintura
em  um  antigo  pote  cerâmico  são  equivalentes  à  substância  extraída  de  um
molusco das águas do Mediterrâneo chamado Murex.31
Costa de Canaã  (1200-900 AC) – Potes cerâmicos do Sítio Arquelógico Tel
Shikmona,  juntamente  com  várias  outras  descobertas  arqueológicas  em
inúmeros outros sítios (cf. figura ao lado), revelam que uma avançada indústria
de  substâncias  para  tingir  e  colorir  usando  o  molusco Murex estava
estabelecida na costa de Canaã.
6 63 39 9 A AD D
Transferência  da  Tinturaria  (639)  –  Acredita-se  que,  quando  Israel  foi
conquistada  pelos  árabes,  a  indústria  da  tinturaria  baseada  na  substância
química extraída do molusco foi interrompida em Israel.
1 19 90 09 9
Br
N
O
H
N
O
H
Br
Descoberta  do  Dibromoindigo  –  o  químico  alemão  Paul  Friedlander
identificou  a estrutura química da  tintura  cor púrpura obtida do molusco
Murex como sendo a substância 6,6’-dibromoindigo.
1 19 91 13 3
Investigação  dos Rabinos  – R.  Isaac Herzog  defende  em  sua  tede  de  doutorado  a
hipótese de que o tekhelet, denominado Murex trunculu, é o candidato mais provável
como origem da fonte de tekhelet. O uso de processos contemporâneos de tinturaria é
a única coisa que explica o fato da tintura obtida atualmente não ser um azul puro.
1 19 98 80 0
Descoberta do Processo de Obtenção da Tintura Azul – O Prof. Otto Elsner do  Instituto
Superior de Fibras, Shenkar College of Fibers, em Israel descobriu o segredo da produção da
coloração  azul  a  partir  do  molusco Murex  trunculus e,  dessa  forma,  resolveu  a  maior
dificuldade enfrentada por Herzog. Juntamente com Ehud Spanier, da Universiade de Haifa,
ele  investigou as propriedades  fotoquímicas da  tintura  trunculus  e descobriu que, quandoa
tintura está em estado reduzido (um pré-requisito para tingir lã, por exemplo) a exposição à luz
ultravioleta  transforma  o  corante  de  cor púrpura-azulada  (dibromoindigo)  em  um azul puro
inalterável.32
CAPÍTULO 3 – APOCALIPSE 17 E 18
Seção I - Pontífice Máximo (Pontifex Maximus)
Os  reis  babilônicos  exerciam  um  ofício  duplo,  eram  ao  mesmo  tempo  reis  e
sacerdotes  da  religião  mística  babilônica.  Como  supremos  sacerdotes  da  religião
babilônica, eles recebiam o título de “Pontífice Máximo” (Pontifex Maximus).
Com a  ascensão de Ciro ao  trono da Babilônia, os  sacerdotes babilônicos  fugiram
para Pérgamo, onde continuaram a exercer seu reino como reis e sacerdotes. No ano 133
a.C., Attalus  III,  o  último  rei  babilônico  a  exercer  seu  governo  em  Pérgamo,  entregou
seus domínios aos romanos, de forma que o reino de Pérgamo fundiu-se com o Império
Romano. Com isso, o reino e sacerdócio foi trasladado de Pérgamo para Roma; dentre os
romanos, Júlio Cesar foi o primeiro a assumir o duplo ofício de sacerdote e rei, cerca do
ano 45 a.C.
“Pontífice  Máximo”,  originalmente  um  sacerdote  na  religião  babilônica  anterior  ao
cristianismo,  passou  a  ser  um  ofício  religioso  na  República  Romana  e,  gradualmente,
adquiriu atribuições políticas até que, começando com Augusto, foi adicionado à função
do  imperador. Hoje  em  dia,  “Pontífice Máximo”  é  o  título  do  Papa  da  igreja  católica
romana.
63 a.C. - Gaio Júlio César
44 a.C. – Marcos Emilio Lepido
12 a.C. – César Augusto
12 a.C. a 382 d.C. – usado pelos imperadores
382 d.C. até os dias de hoje – usado pelos papas
De  fato, os papas  somente passaram a empregar o  título de “Pontífice Máximo” depois
que o império foi dividido em dois, ficando o Império Romano Ocidental sob a regência
do  jovem  imperador  Graciano,  o  piedoso  (cerca  do  ano  360  d.C.).  Graciano  não
considerou justo ser chamado de “Pontífice Máximo”, pois não era um sacerdote cristão,
então ortorgou o título ao Papa Damásio I, 380 d.C., o qual tornou-se o primeiro papa na
história a receber o título de “Pontífice Máximo”.
No entanto, era apenas um título legal, e os papas não o tinham em muita consideração,
pois continuavam a afirmar que  sua autoridade originava-se única  e exclusivamente do
apóstolo Pedro. Os papas começaram a afirmar sua autoridade legal baseando-se na lei do
império somente quando iniciaram o conflito com vários imperadores hereges do Império
Romano Oriental, os quais nunca abriram mão do título “Pontífice Máximo”. 33
Seção II - Babilônia, a Cidade
Cinco diferenças entre os capítulos 17 e 18 do Livro de Apocalipse:
1. Místico versus Literal  - O  capítulo  17  do  livro  de Apocalipse  emprega  símbolos:
uma meretriz, um animal  selvagem  (a besta escarlate), cabeças, chifres,  taça, etc. A
esses símbolos o anjo acrescenta explicações!
Mas no capítulo 18 não há menção a chifres, nem a cabeças nem tampouco a besta!!
2. Outro Anjo - Se os capítulos 17 e 18 referem-se a um único e mesmo sistema ou a
uma  só  coisa,  por  que  razão  o mesmo  anjo  que mostrou  e  explicou  os  símbolos  e
acontecimentos no capítulo anterior não prossegue o assunto até  sua finalização? Se
tudo  fosse uma  só coisa, por que um segundo anjo é mediador da segunda parte do
pronunciamento? Além disso, por que a segunda visão é referida distintamente como
sendo uma visão subseqüente? E por que o novo mensageiro é descrito como  tendo
autoridade e esplendor excepcionais? “Depois destas coisas” (aquelas do capitulo 17)
vi outro (allos) anjo descendo do céu, com grande autoridade: e a terra foi iluminada
com sua glória.”
Assim, vemos que a frase inicial menciona quatro particularidades entre essa cena e a
cena do capítulo 17:
(a) Terra versus Céu - Na cena do capítulo 17, o anjo já estava nas proximidades da
Terra, tendo recém derramado sua taça de julgamento sobre a terra. Já no capítulo
18, o anjo vem diretamente do céu a fim de fazer seu pronunciamento.
(b) Diferente  -  Trata-se  de  um  mensageiro  diferente,  o  que  sugere  tanto  uma
mensagem quanto um conteúdo diferente.
(c) Glória superior - Sua autoridade e glória superiores sugerem um julgamento mais
dramático  e  aterrador,  distinguindo-o  daquele  descrito  na  cena  imediatamente
anterior.
(d) Depois destas coisas - O  tema é desconectado do que ocorreu antes pelo fato de
ter  sido mencionado depois das coisas que  foram dadas  anteriormente. Em dois
outros  lugares neste  livro onde ocorre a expressão “Depois destas coisas, olhei”
ou  sua equivalente  “Depois dessas  coisas, vi”  (Ap 4:1  e 7:1), é  introduzido um
novo assunto, não ocorrendo uma ampliação do assunto anterior, como  se  fosse
uma mera continuação.
3. Algo permanece versus Nada permanece. Por ocasião da queda desta Babilônia, ela
se torna habitação de demônios e a prisão (phylakee) de espíritos malignos e aves. Por
outro  lado,  quando  a  outra  Babilônia  cai,  ela  simplesmente  deixa  de  existir.  É
consumida pelo  fogo  (17:16). Nada  se pode afirmar acerca do que  se converteu em
nada! No que se refere a sua vida sobre a terra, quando uma “mulher” é integralmente
consumida pelo  fogo, simplesmente deixa de existir. Todavia, quando uma cidade é
integralmente consumida (18:18) o lugar de sua localização geográfica ainda pode ser
habitado.34
4. Mistério versus Realidade - O sistema anterior era Babilônia em forma de mistério,
havia  uma  associação  secreta  entre  Babilônia  e  a  cidade.  Neste  capítulo,  não  há
qualquer conexão secreta, pois no mesmo Babilônia é, repetidamente, descrita como
uma  cidade:  é  “  Babilônia,  a  grande”  (2),  um  eco  evidente  das  palavras  de
Nabucodonosor acerca da Babilônia  literal, por  ele  edificada:  “Não  é  esta  a  grande
Babilônia  que  eu  edifiquei?”  (Dn  4.30).  Mais  especificamente,  esta  trata-se  da
“grande cidade, Babilônia, poderosa cidade” (10); além disso, outra vez é dito sobre
ela: “Ai! Ai da grande cidade ...” ; ou ainda: “Quem se compara a grande cidade?” e
“Ai! AI da grande cidade ...” e “Babilônia, a grande cidade ...”.
  Assim o nome aparece três vezes, todavia seis ou sete vezes é especificado que tal
nome, de fato, se refere a uma cidade. Na visão anterior, o nome é mencionado uma
vez  apenas  e,  nessa  circunstância,  referindo-se  somente  em  associação  secreta  ou
moral a Mulher.
5. Literal versus Simbólico  - O enorme conjunto de detalhes entre os versículos 11 e
23,  tão extensivo e minucioso, aplica-se evidentemente a vida de uma cidade  literal.
Seriam necessários tanto habilidade quanto tempo para que um anjo interpretasse essa
passagem  dando  uma  vaga  impressão  de  aplicar  plausivelmente  a  cidade  a  um
“sistema”  de  qualquer  espécie. Mas  nenhum  anjo  faria  tal  tentativa,  como,  de  fato,
não é feito. Tal tarefa requereria qualidades únicas do comentarista que se atrevesse a
fazê-lo.
Enquanto essas sete considerações não forem explicadas de forma aceitável, de forma
que as várias dificuldades  sejas  resolvidas, ninguém está autorizado a afirmar que o
tema dos dois capítulos seja o mesmo.
Quatro Contrastes entre os Capítulos 17 e 18
1. Pré-Tribulação  versus  Pós-Tribulação  –  Em  Ap.  14.8  é  anunciada  a  queda  da
grande Babilônia como sendo o segundo  item em  importância antes dos Tempos do
Fim,  sendo  a  queda  da Babilônia  descrita  como  antecedente  ao  período  em  que  a
besta perseguirá os santos, conforme Ap. 14:9 – 13.
Ap.  17:16,  17,  por  sua  vez, mostra  este  julgamento  como  um  evento  que  ocorrerá
antes  da  besta  ser  exaltada  pelos  dez  reis  e  para  que  o  próprio  julgamento  possa
ocorrer  e,  conseqüentemente,  o  descreve  como  ocorrendo  antes  da  perseguição
generalizada dos santos.
Por outro lado, o capítulo 16 descreve a Besta como já estando no poder, sua imagem
sendo  adorada  (2),  seu  trono  estabelecido  e  seu  reino  em  existência  (10),  a  última
grande batalha contra Deus como já tendo ocorrido (17, “Feito está”, consumado). E
então é anunciado mais um julgamento sobre a grande Babilônia: “E a grande cidade
se  dividiu  em  três  partes,  e  caíram  as  cidades  das  nações.  E  lembrou-se  Deus  da
grande Babilônia para dar-lhe o cálice do vinho do furor da sua ira” (19).
Assim, uma Babilônia é destruída pela besta antes de sua soberania universal e outra
Babilônia é julgada após a própria besta ter sido destruída. Ap. 14.18 é ampliado no
capítulo 17, enquanto que Ap. 16.19 é ampliado no 18. Mesclar os capítulos 18 e 19
desmancha esse paralelismo e provoca uma confusão insolúvel. 35
2. Ódio versus Lamento – Em Ap.  17.16 os dez  reis odeiam  a mulher  e a destroem,
enquanto que no Ap. 18.9 os mesmos reis da  terra lamentam a destruição da cidade.
Os dois  termos  descrevem  as mesmas  pessoas,  pois em  19.19 os  reis  confederados
com a besta no Armagedom ainda são referidos pelo título de “os reis da terra”, termo
este  que  deve,  no mínimo,  incluir  os  dez  reis.  Em  Isaías  24.21,  em  referência  ao
mesmo julgamento, emprega a memo título ao referir-se a eles: “Jeová castigará ... os
reis da terra ...”
3. Ganho versus  Perda  –  Quando  os  reis  tiverem  matado  a  Mulher,  então  eles
“comerão  sua  carne”  ou  seja,  se  enriquecerão  com  ela:  mas  quando,  de  maneira
repentina e completa, a cidade é destruída, como uma pedra arrojada ao mar (18.21)
nada é deixado para que alquém possa se apoderar e, por essa razão, os comerciantes
lamentarão (18.15-19) m repentinamente, a cidade é
4. Processo versus Algo Repentino  –  A  destruição  da mulher  é  um  processo:  ela  é
odiada,  isolada,  despojada,  devorada  e  consumida  pelo  fogo.  Considerando  a
extensiva área, o poder, e os recursos do sistema em vista, tal processo não pode ser
completado em um pequeno espaço de  tempo. Foi necessário um período de  tempo
considerável para os Bolcheviques liquidarem a Igreja Grega Ortodoxa, ainda que não
o tenham feito completamente; e essa Igreja é apenas uma pequena parte da Mulher.
A cidade, por sua vez, é aniquilada subitamente: “em um dia”(8); mais que isso, “em
uma  hora”(19);  ainda mais,  tão  repentinamente  quanto  uma  pedra  jogada  na  água
“assim será arrojada Babilônia” (21).
Enquanto  estes  contrastes  não  puderem  ser  eliminados  de  maneira  plausível,  não

existe possibilidade que esses dois capítulos tenham um mesmo assunto como tema. 36CAPÍTULO 4 – ARREBATAMENTO E REINO

14 comentários:

  1. Parabéns irmãos.

    Hoje voces estão reconhecendo que tem muito material excelente, fora do sistema que voces representavam, tá vendo.

    Essas mensagens do irmão Chen são boa mesmo, já ouvimos as mensagens das duas conferencias sobre apocalipse, desfrutem e aproveitem.

    Excelente material

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  2. Muito bom.

    Enquanto voces edificavam a "igreja local" e o "ministério dyl" vejam quantas mensagens voces perderam, mas ainda há tempo.

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  3. Ainda há tempo....de andar em mais uma divisão,....não perdi nada!

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  4. Louvado Seja Seja O Senhor!!!

    Graças a Deus,essas mensagens estão agora sendo apresentadas na internet para os santos.
    Podemos desfrutar de um alimento saudável e novo.

    A Palavra de Deus pura e genuína expõe de uma maneira inteiramente clara como os assim chamados "ministérios do mover atual" estavam zombando do povo de Deus.
    Precisamos nos acautelar agora desses novos "ministros e obreiros" chamados dissidentes, pois eles estão edificando uma outra obra particular enfocado em nome de homem.
    Voltemos a singela da comunhão dos filhos de Deus centrados na Palavra absolutamente e fugindo dos que praticam dissenção no meio da igreja.

    Obs>Ainda há tempo....de andar em mais uma divisão,....não perdi nada!
    3 de outubro de 2011 10:13
    Interessante esse comentário; pois se essas mensagens tem sua procedência em divisão,porque estão sendo anunciadas aqui no site do antipas?
    estranho.

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  5. vc. não quer que eu acredite que esse Antipas não é mais uma divisão, é igual a todas.....

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  6. O pensamento de que tudo o que está fora do grupo que frequenta é uma divisão é uma marca profundamente implantada na mente de todos os que foram doutrinados pelo ensinamento da "base da localidade" para a unidade do Corpo de Cristo. Precisamos do Amor de Deus, em Cristo Jesus, nossa Rocha e nossa única base.

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  7. Nada disso, a unção, O Espirito fala em nosso e seu espirito, ele é o arbitro, e podemos provar paz, quando O seguimos, e não há dúvidas.

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  8. O MUNDO É MAIS UNIDO DO QUE VOCÊS SIM O MUNDO, ISSO É UMA VERGONHA DE TODOS VOCÊS.

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  9. Interessante ver aqui no site "antipas" os artigos de servos de Deus que foram tão perseguidos e discriminados; muitos desses servos foram criticados por não estarem na "unidade da ig local" e eram vistros como irmãos negativos.
    Sabemos também que alguns que administram esse site pertenciam ao movimento eav e ao "ministério do mover dyl".
    Poderima pelo menos reconhecer isso.
    Porque não o fazem? Ora, poderá ser que eles também já estão formando seu próprio "ministério" com os dissidentes que foram no passado os que criticavam a comunhão que não dizia sim aos seus enganos e ensinamentos desviados da Palavra.

    Muito bom agora; o material do site www.amaturidade ser colocado aqui.

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  10. Nossa que confusão, não deu p/ entender nada, explica melhor irmão, não dá p/ entender ao fim quem está com a verdade.

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  11. Amado irmão anônimo (09 de outubro de 2011 9:20), realmente aprendemos
    que apenas os material do LSM e depois da EAV eram os únicos que
    pertenciam ao "ministério da era" ou ao "mover atual". Era isso que os
    nossos "líderes" nos ensinavam e nos arrependenns de não ter buscado
    mais discernimento espiritual e a palavra de Deus sobre este assunto.
    No fundo sentíamos que havia algo errado, mas hoje percebemos o quanto
    gostamos de nos sentir especiais. Por isso tentamos nos manter mais
    sóbrios e vigilantes, contando com a graça do Senhor para não cair
    novamente no erro. Agradecemos a sua observação e seja sempre bem
    vindo para comentar neste site. Ore por nós. Que o Senhor te abençoe,
    em Cristo Jesus.

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  12. Amado irmão anônimo (18 de outubro de 2011 12:59),por favor, seja mais específico no que você não entendeu para que possamos ajudá-lo.

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  13. Deus tem falado ha muito tempo sobre essa centralização em todos os moveres que tem surgido,também paguei o preço,mesmo sem saber que havia irmãos vendo de maneira igual ou semelhante,paguei um preço e ainda estou a pagar por tomar a decisão de começar a me reunir apenas em nome do Senhor,ficando de fora de tudo isso( ESTANDO AO MEIO DE MULTIDÃO,AS VEZES NÃO CONSEGUIMOS OUVIR AO SENHOR)E isso foi uma lição de vida,tempos que estar sempre em comunhão intima com Deus e poder ouvi-lo,está sendo uma experiência muito boa,ELE tem nos guiado,pois estamos na total dependência DELE,que o SENHOR DEUS continue a nos direcionar para sua vontade diária, esse é um verdadeiro "mover",Deus dizendo como e quando e o que de todas as coisas,amo meus irmãos que ainda pemanecem,mas creio que logo também verão o que Deus está a dizer sempre!
    Agradeço a Deus por um dia ter conhecimento de muitas coisas boas,que me fizeram amadurecer e "me" vigiar melhor para não criar nada que torne-se "uma centralização"ou qualque tipo de contradição a palavra,apenas servir,servir e servir ao nosso lider e SENHOR!Que isso não venha a ser mais uma guerra,mas que possamos refletir e nos arrepender de querer-mos tomar o lugar de Deus com nossos preceitos e conceitos e tudo o que nosso PSIQUÊ oferece para encabeçarmos aquilo que está sobre o comando do SOBERANO Criador!Como é bom ficar longe de toda essa confusão gerada pela "velha divisão".devemos assumir postura como tal,assim seremos no mínimo transparentes ,que Deus nos dê um coração de amor para com todos,especialmente para com aqueles que também,a sua maneira,"invocam" o nome que está sobre todos os nomes!Um grande abraço,graça e "paz"!

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  14. Amado irmão (Anônimo de 27 de dezembro de 2011 22:24), você expressou claramente um dos maiores desejos do nosso coração.
    Prossigamos, em Cristo, nessa luta.

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